quarta-feira, 21 de maio de 2014
Breve Analise da Académica do Fogo
Organização ofensiva
1-4-2-3-1/1-4-3-3 com duplo pivô como modelos ofensivo estribado em jogo de contra ataque embuidos de rapidez de pensamento e execução com mudança de comportamento a rápido de perda para ganho da bola .
Transição ofensiva
1ª Os jogadores do sector defensivo jogam pouco entre si ,sendo a saída de bola a partir de ponta pé de baliza quando curta sai do Guarda redes para o Central direito ,este utiliza o passe curto para o meia defensivo João que baixa para assumir a transição ofensiva em posse e quando este estiver com marcação o central joga longo a procura da velocidade de reacção e acção dos avançados.Ponta pé longo do guarda redes não ultrapassa a linha do meio campo o que obriga os médios defensivos a estarem recuados para ganharem as segundas bolas.
Os jogadores do sector intermédio assumem a segunda fase do jogo com maior evidencia após recuperação de bolas ou em ganho das segundas bolas ,sendo o João e o Victor (médios defensivos) desposiconam muitas vezes por vocação a pressing e vontade ofensiva o que faz o sector defensivo e intermédio a separar por espaços entre linhas tanto na horizontal como na vertical passiveis de serem aproveitados pelos jogadores adversários,sendo João o mais mexido entre os médios
O sector ofensivo na segunda fase prepara a transferência para a terceira fase procurando largura no corredor do centro do jogo sendo o ala do lado contrario a emparelhar ao avançado centro formando uma dupla em sentido horizontal com vocação vertical ,sendo a terceira fase ocorre na sua maioria em velocidade de deslocamento proporcionados por passes longos ou de roturas entre centrais e laterais contrario ou mesmo entre centrais sendo os alas com vocação e mobilidade interior visto jogarem de fora para dentro e o avançado centro a jogar sem referencia zonal
a finalização se evidencia após lançamentos longo ,ponta pé a meia distancia .
Organização defensiva
1-4-5-1/1-5-4-1 como sistema táctico defensivo,sendo o 1º no meio campo adversário e o 2º no meio campo defensivo,marcação a zona precionante ,e marcação mista em bolas paradas,atitude agressiva e reacção rápida a perda
Transição defensiva
1ª fase defensiva consiste em pressão dos avançados no sentido de retardar a organização defensiva adversaria e proporcionar a organização defensiva sendo os médios em marcação zonal precionante aos médios contrários e os defesas em marcação aos avançados o que em muitos casos proporcionam espaços entre linhas na vertical e horizontal que podem servir como espaço de jogo ofensivo adversário,2ª fase envolve também os avançados que em momentos defensivo no meio campo defensivo baixam traz da linha de bola proporcionando a compactação do sector ofensivo e intermédio formando assim o terço intermédio como zona de pressing,a 3ª fase pauta-se por contenção e pressão ao portador da bola embora permitido em alguns momentos por igualdade numérica nos corredores laterais o que facilita 1x1 do adversário em procura de penetração(avançados velozes e inteligentes e de boa relação com a bola).
Bolas paradas com bons executantes sendo que procuram o jogo aéreo dos avançados não muito agressivos na área adversaria
terça-feira, 20 de maio de 2014
Analise de Jogo Mindelense x Atlético
Estádio Aderito Sena 2ª jornada do
campeonato nacional de futebol
-12-04-2014
As
equipas do Mindelense e do Atlético vinham de vitorias na jornada anterior,com
o Mindelense a golear a equipa da Académica da Boavista por quatro bolas a
zero(4-0) e a equipa do Atlético de S.Niculau de uma vitoria tangencial de uma
bola a zero(1-0) diante da Académica da Calheta da ilha do Maio.
Mindelense a jogar num esquema inicial de 1-4-3-3 e Atlético
de S.Niculau num esquema táctico 1-4-4-2 clássico
Analise da equipa do
Mindelense
Equipa inicial-
24 Toll-2 Nuck-4 Nhambu-5 Guga-14 Toy Adão-18 Maniche-6 Nenas-20 Bada-11 Ary-19
Pepa-77 Patxico
Suplentes-
Djodje-Dukinha-Saniclau-Fredson-Adir-Sidney-Déko
Substituição-
Entra Saída Minutos
Adir Pepá 60
Sidney Ary 77
Fredson Bada 81
Cartão amarelo- 0
Organizaçao ofensiva
Equipa organizada num sistema tactico 1-4-3-3 consistente com
ataque posicional em 1-4-4-2, com Toll na baliza num jogo de pouco trabalho
,Centrais Nhambu e Toy Adão,Guga na lateral esquerda,Nuck na lateral
direita,Maniche como pivô defensivo,Bada
médio interior esquerdo,Nenas médio interior direito,Patxico e Pepa em constantes permutas pelos flancos e
Ary avançado centro, com um futebol de posse e circulação media por vezes
rápida, muita dinâmica sobretudo no sector intermédio e atacante,pautando pela
transição em posse e circulação de bola com objectivo central de desorganizar a
equipa adversaria.
A saída de bola curta e feita para os centrais com maior
evidencia a Toy Adão este joga para o lateral Tu ou para Nhambu que joga para Guga
ou em Maniche ou Nenas que baixam muitas vezes para criarem superioridade
numérica na saída de bola em posse permitindo aos laterais
Guga e Nuck dar profundidade e largura
indo a linha do fundo para cruzamentos,mas referir que a linha defensiva em
saída de bola curta se pressionado joga longo para o ala do lado da bola ou para
diagonal do avançado centro. após 2ª fase o jogo foi pautado por muita posse e
circulação de bola aliado a permutas constantes dos médios Bada e Nenas e dos
avançados ,variando de estratégia nos últimos 8 minutos da 1ª parte para um
futebol directo para os avançados e na segunda parte se retomou as transições em
posse e circulação.
A saída de bola longa e feita com ponta pé de baliza do
Guarda redes Toll senhor de um bom jogo de pés
longo, permitindo lhe colocar bolas
nos avançados,ora Patxico ,ora Pepa,estes recebem em
profundidade e entregam aos médios Bada e Nenas,em alguns casos contam com a
subida dos laterais Guga e Nuck,sendo Guga o mais ofensivo e ainda com
desmarcação de rotura do avançado Ary.
Após 2ª fase do jogo a posse e circulação de bola e muito mais intensa e com muitas variações de flancos com vista a
desorganizar a estrutura defensiva do Atlético onde Maniche e Nenas assumem a organização do jogo permitindo em alguns casos permuta entre Bada e Patxico e também Guga e
Patxico sendo este ultimo a procurar espaços interiores no ultimo terço do
terreno de jogo,com o lateral do lado da bola a garantir largura e apoio
ofensivo,Maniche em coberturas ofensiva e Ary em constantes movimentos entre
linhas a procura de tabelas com os médios para de seguida sair a receber passes
de rotura,sendo os médios Bada e Nenas aparecem nas zonas de finalização constantemente. já a 3ª fase do jogo foi caracterizado por muitos passes falhados
, decisões precipitadas e remates sem enquadramento e a prova disso são os
desaceis(16) ponta pé de baliza proporcionados ao Atlético,10 remates a favor e
10 cantos a favor e 1 golo marcado que diga se de passagem foi um autogolo após muita cerimonia
Transição ofensiva
Momento caracterizado por mudança de atitude rápida e bloco
compacto , transição ofensiva sempre com varias linhas de passe tendo
evidenciado ao longo do jogo constantes permutas entre os alas mas sempre com o
lado da bola em largura garantida pelo estremo e lateral e o lado oposto pelo
ala e a profundidade pelo avançado Ary,estes sendo servidos pelos médios
Maniche Nenas e Bada,com
particularidade de o Patxico se fixar na ponta esquerda após entrada do Adir
aos 60 minutos e com isso as permutas passaram e ser feitas entre o Patxico e o
Bada e diga se de passagem que estiveram os dois envolvidos no lance de golo.
Livres directo no
ultimo terço do campo ficaram a cargo de Maniche no corredor central e Patxico
nos corredores laterais
Ponta pés de cantos sempre a cargo de Guga e Pepa efectuada
quase sempre curto a dois toques e sempre a procura do 1ª ou 2ª poste a procura de Nhambu
Organização defensiva
Bloco muito compacto,médio/alto,com forte pressão na zona do
meio campo, forte pressão ao portador da bola sempre em superioridade
numérica caracterizado pelo pressing
colectivo na vertical na 1ª fase defensiva e pressing colectivo horizontal na 2º
fase e contenção e compactação do bloco na 3ª fase defensiva protegendo o
centro do jogo e corredor central,também apresentaram uma boa sincronização
entre sectores embora os centrais
mostraram algumas dificuldades em abordagem das bolas aéreas .
Transição defensiva
Mudança de atitude
rápida e agressiva após perda de bola
por consequência da vocação ofensiva que
deixa a equipa alta no terreno. após perda de bola exerce uma pressão alta e
forte ao adversário com os sectores
compactos tanto na vertical como na horizontal, aliado a pressão forte ao portador da bola e a
consequente organização do bloco ,em caso da não recuperação imediata continuam
o mesmo processo de forma consistente.
Efeito Substituição
Adir –entrou aos 60 minutos para o lugar de Pepa que por
conseguinte fez um bom jogo,fixou se no corredor direito do ataque do Mindelense causando muitos embaraços aos defesas contrários .ora em jogada
individual na vertical ,ora em combinações com o médio Nenas e por vezes
entrando para o corredor central com
bola controlada,teve nos pés uma oportunidade para marcar mas o remate não
acertou na bola dentro da grande área do Atlético
Sidney entrou aos 77 minutos para o lugar de Ary numa troca directa ,teve tempo para cabecear uma bola ao lado num
bom movimento ao 1º poste.
Fredson entrou
aos 81 minutos para o lugar do saniclauense Bada para dar mais consistência ao
meio campo em consequência do magro resultado que se verificava na altura e com
a sua entrada também alterou o esquema táctico para 1-4-2-3-1.
Analise
sectorial/ intra sectorial
Sector defensivo-
estável mas por vezes inseguro,o guarda redes Toll quando sai da baliza após
pequena área raras vezes agarra a bola de uma vez e também abusa muito do jogo
longo,os Centrais Nhambu e Toy Adão inseguros nas bolas aéreas apesar de muita
altura mas fortes nas bolas rasteiras e nu um contra um e nas saídas de bolas
curtas quando pressionados jogam longo para os avançados e quando não
pressionados jogam com os laterais,o lateral direito Tu e seguro a defender
,fecha muito bem as costas dos centrais mas
ofensivamente raras vezes arisca e quando arisca os cruzamentos são de
pouca qualidade e quando em posse de
bola pressionado joga longo ou joga mal,o lateral esquerdo Guga defende bem e ataca com algum critério sendo
ele a garantir profundidade ofensiva em muitos casos nas jogadas no corredor
esquerdo ganhando profundidade mas os cruzamentos raras vezes saem correctos e
também ele e o marcador dos cantos.
Sector intermédio-
Maniche assume ao par de Nenas a 1ª faze de construção de jogo e a consequente
passagem para a 2ª fase entra o Bada sendo Maniche o senhor das coberturas
ofensivas e defensivas e portador de uma boa meia distancia sendo ele o
marcador das bolas paradas frontais,Nenas muito dinâmico e joga com os dois pés
a um bom nível ,enquanto médio interior faz o elástico em permuta com o ala do
mesmo lado a procura de cruzamentos ,Bada joga mais no corredor central embora
em alguns casos com escurções pelo corredor lateral ofensivo sendo este forte no desarme embora
um bocado lento a decidir.
Sector ofensivo- Patxico
e Pepas nas alas com mudanças constantes de flancos e Ary no centro ,sendo
Patxico o elemento mais mexido entre os três mas também ao par de pepa procuram
o corredor central em alguns casos permitindo permutas com os médios interiores
e laterais neste caso o esquerdo,sendo Patxico o marcador de serviço nos livres
laterais ofensivo e Pepa fazendo par com
o lateral Guga na marcação dos cantos,Ary responsável pela desorganização da
dupla de centrais contrario com desmarcações de rotura para apanhar bolas no
corredor lateral jogado longo pelos defesas e guarda redes,ora em desmarcação entre linhas
segunda-feira, 19 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
Humberto Bettencourt --- Scout técnico táctico
Relatório de analise e observação dos últimos três(3) jogos do Clube Sportivo Mindelense no campeonato nacional de Cabo Verde, época desportiva 2013/2014.
Organização estrutural do Mindelense nos jogos contra as equipas do Verdum da ilha do Sal, referente a ultima jornada da fase de grupos, e contra a formação da Académica do Porto Novo referente as meias finais.
Jogo Mindelense 1- 0 Verdum
Marcador do golo- Adelino
Jogo da 1º mão das meias finais entre Académica de P.Novo 0 x 0 Mindelense
Mudança de três jogadores no onze inicial da partida com o Verdum para a partida com Academia do P.Novo: saídas de Adelino,Lobo e Ary para a entrada de Catxupa,Adir e Maniche
Jogo da 2ª mão das meias finais entre o Mindelense 3 x 0 Académica do P.Novo
Marcadores-catxupa 2 e Nhambu 1
Mudança de dois jogadores no onze inicial da partida da 1ª mão para a partida da 2ª mão com a equipa da Academia do P. Novo: saídas de Adir,Fredsom para a entrada de Patxico e Nenas
Organização ofensiva
Posse e circulação de bola suportado por jogos de posição ,curta e longa mas sempre com critério e em campo grande .
Equipa organizada no sistema táctico 1-4-3-3 como sistema táctico principal e 1-4-2-3-1 como sistema alternativo utilizada principalmente nos jogos fora de casa e também quando estar a ganhar por margem mínima,
1º e 2º poste e a zona a frente da grande área como zonas de preferência para finalização
Transição ofensiva
A saída de bola curta é feita do guarda redes para o central direito tendo o pivô defensivo a baixar entre os centrais para dar seguimento a transição ofensiva.
saída longa o que é mais utilizada é feita por pontapés de baliza do guarda redes para as costas dos defesas contrario ou para a zona de aglomeração dos jogadores no centro do meio campo com o pivô defensivo a ficar recuado ligeiramente para ganhar segundas bolas e iniciar a transição em posse em parceria com os jogadores do sector defensivo .
Em transição ofensiva a mudança do sistema táctico altera a dinâmica ofensiva e defensiva da equipa,ou seja em 1-4-3-3 no momento ofensivo a equipa apresenta com os dois médios alas encostados a linha lateral em linha horizontal com o avançado centro e trocam de corredor em alguns momentos e no momento defensivo os médios ala defendem no meio campo adversário e no meio campo defensivo raras vezes participam activamente nos processos defensivos com o intuito de prenderem os laterais adversário para não participarem em acções ofensivas e quando o fazem é quase sempre na vertical aparentando um segundo lateral. já com a mudança para 1-4-2-3-1 a equipa não recorre a substituições para efectuar essa alteração ,apenas um dos médios fica em paralelo com o pivô defensivo e o interior direito passa para a função de numero 10 completando o vértice do triângulo e os médios alas recuam e fecham ligeiramente para o corredor central.
Em 1-4-3-3 a equipa assumi uma postura ou identidade de jogo ofensivo de posse e circulação de bola lenta na 1ª fase de construção de jogo para atrair o adversário e com isso sair em transições rápidas alternadas entre posse e jogo directo com critério buscando a velocidade de decisão dos médios e de deslocamento do avançados(Ala e avançado centro) ,na 2ª fase pautam por movimentos dos médios que procuram passes rasgados para corredores exteriores para aproveitarem os médios alas que se posicionam praticamente em cima da linha lateral ,estes quando em movimentos interiores para participarem em jogadas no corredor central deixam espaços do corredor exterior para a subida dos laterais que atacam sempre com bola no meio campo adversário,a 3ª fase é pautada por transições vertical a procura da velocidade de deslocamento dos avançados(Alas e avançado) pelos corredores laterais as vezes por jogadas de combinação no corredor central com movimentos de rotura criada pelo avançado centro que proporciona aberturas para entrada dos médios entre a zona do penalti e 2º poste a terceira fase é idêntica ao que se pratica no modelo 1-4-2-3-1.
Em 1-4-2-3-1 assumem o futebol de contra ataque quase sempre com lançamentos longos a partir da linha defensiva ora pelos centrais e ora pelo pivô defensivo que em ambos os sistemas tácticos baixa entre os centrais e por vezes aparece após a linha horizontal dos centrais no intuito de participar activamente na 1ª fase de construção de jogo ofensivo,a 2ª fase acontece em futebol directo procurando os espaços entre laterais e centrais visto que os alas se encontrarem mais fechados ao meio devido a vocação de contra ataque do sistema táctico em epigrafe,e quando envolvem jogadas pelos corredores laterais estão sempre envolvidos os lateral do lado da bola sendo a cobertura do espaço deixado pelo lateral é imediatamente ocupada em cobertura ofensiva pelo pivô defensivo que joga do lado do lateral que participa na jogada ofensiva ,a 3ª fase onde se verifica a criação de situações de finalizações em ambos os sistemas tácticos são procuradas através combinações entre médios e alas, de cruzamentos após combinações entre médios ,alas e laterais, penetração no corredor central após lançamento longo,de livres no meio campo ofensivo(ponta pé forte do médio defensivo e jogadas estudadas) e acima de tudo ponta pés de cantos.
A finalização é feita na sua maioria em espaços com vários adversários e na sua maioria após segundas e terceiras bolas e quando é o pivô defensivo a finalizar é sempre de ponta pé livre directo ou ponta pé em bola corrida(estes rematam muito forte e cheio de intencionalidade)
A profundidade se verifica com conquistas em zonas avançadas com maior ênfase em corredores laterais, e são muito perigosos
Bola parada
cantos do lado direito a dois toques entre o lateral esquerdo e um ala ou médio atacante e quando terem adversários por perto fazem no directo a procura o 1º poste para entrada do Nhambu e tenso a procura do ângulo superior do 2º poste,do lado esquerdo é marcado directo pelo médio ala ou médio atacante sempre com o lateral esquerdo por perto a procura de canto curto a procura do 1ª poste e com Nhambu como alvo da bola.
Em livre frontal marca o médio defensivo que é portador de um bom remate,com direcção e potencia,já os estudados não são tão perigosos
Organização defensiva
Equipa organizada em bloco médio baixo,sendo em bolas parada apresentam a ultima linha em cima da grande área mesmo que o livre é no meio campo adversário,quando a postura de transição ofensiva é de posse defendem com varias linhas sendo a 1ª de 1(GR) a 2ª de quatro,a 3ª 1(pivô defensivo),a 4ª (os dois médios ofensivos),a ultima os alas e avançado centro . Ja quando a vocação ofensiva é de contra ataque aparentam linhas da seguinte forma: 1ª linha(Gr) 2ª linha(laterais,centrais e 1 ala do lado oposto da bola)3ª linha( 2 pivô defensivo,) 4ª linha(1 médio ofensivo,1 ala,e 1 avançado),tendo como marcação a zona por vezes mista,zona de pressão o espaço intermédio e os corredores laterais no espaço defensivo,sendo em 1-4-3-3 a pressão é para ganhar a bola e em 1-4--2-3-1 a pressão é para proporcionar a organização do bloco defensivo visto que esse momento é caracterizado por pressão isolada do avançado na linha do circulo central no meio campo adversário.
Transição defensiva
fase 1- em 1 -4-3-3 a pressão é imediata a perda e de forma agressiva e vertical para conquistar a bola em zonas altas e impedir a organização ofensiva do adversário a partir do sector defensivo ,em 1-4-2-3-1 a pressão é isolada por apenas o avançado ou jogador perto da zona da perda no sentido horizontal para permitir a equipa organizar o seu bloco defensivo em zonas media /baixa.
Fase 2- tendo como zona de pressão a delimitação do espaço intermédio com aceleração da pressão ao portador da bola e marcação aos jogadores da zona circundante forte e agressiva,sendo neste momento quando a bola estar no corredor lateral aparentam um défice de compactação do entre o sector defensivo e intermédio visto o pivô defensivo que em marcação por vezes do jogador adversário na sua zona de acção desloca para impedir este de receber a bola com isso proporciona espaço entre linhas que podem ser aproveitados,também o médio ala do lado contrario da bola quando o jogo estar no corredor lateral oposto não fecha espaços interiores ou seja defende na vertical aliado a deficiente basculação do médio interior do lado oposto que procura sempre criar superioridade no corredor do jogo e com isso o corredor central fica vulnerável a acções do adversário .
3ª fase defensiva-caracteriza por contenção no corredor central e pressão forte e com superioridade numérica no local da bola dificultando acções ofensivas dos adversários no corredor esquerdo com a linha defensiva a ter o ala contrario da zona da bola a funcionar na vertical como um segundo lateral formando uma linha de 5 mas quando a bola estar no corredor direito defensivo o lateral direito movimenta em função do médio ala adversário o que o disposiciona e cria um espaço muito largo entre o lateral direito e central direito que joga muito perto do outro central e faz cobertura muito deficiente ao lateral o que obriga o pivô defensivo a encostar em cobertura defensiva praticamente como lateral direito o que cria espaços que podem ser aproveitados pelo adversário no corredor central visto que o ala esquerdo praticamente não defende dentro do meio campo defensivo quando a bola se encontra no corredor oposto e quando o faz aparece como um segundo lateral na penúltima linha defensiva ,e na ultima linha o GR aparenta seguro entre os postes e inseguro nas bolas aéreas a partir de cruzamentos em bolas corrida e parada.
Bola parada defensiva
Marcação mista com 8 jogadores 1 avançado no meio campo e um médio a entrada da área
zonas a explorar em ponta pés de canto é o 1º poste visto não colocarem os laterais ao poste visto estes posicionam na 1ª linha de marcação zonal,e o centro da pequena área entre o guarda redes e segundo poste .
livre no meio campo defensivo: colocam 2 jogadores na barreira(médio atacante e ala direita ou esquerdo) livre perto da grande área colocam 4 jogadores(2 alas,2 médio atacantes)
defendem em livres no meio campo defensivo com todos os jogadores,e salientar que o posicionamento nos livres proporciona espaços ao adversário a sair em jogadas estudadas em posse .
lateral direito posiciona em função do ala adversário do seu lado e com isso desequilibra o sector defensivo nos pontapés de baliza e lançamentos laterais do adversário.
Fotos de vários momentos e fases do jogo extraídos do jogo Mindelense x Académica do porto Novo que espelham comportamentos padrão colectivo da observação feita aos últimos três jogos do Clube Sportivo Mindelense.
Possível onze para a 1ª mão da final
O treinador Rui Alberto tem por habito fazer entre dois a três alterações no seu onze de um jogo para o outro,uns por opção técnico/estratégico, outros por lesão e normalmente o critério de rotatividade evidenciada nos últimos três jogos indica que algumas substituições num jogo significa a preparação do jogador que entra para o onze inicial no próximo jogo e as alterações por opção técnica se efectua com maior numero nos alas do corredor direito e no trio do campo.
O lateral Guga esta com problemas muscular caso não recupere o Ary pode ocupar o seu lugar apesar de o Ary ser ponta de lance mas conhece aquela posição.
Fredsom que não jogou na ultima partida por lesão poderá ocupar o lugar de Nenas e para esta posição tem ainda o Bada
Adir no lugar de Patxico,sendo o Lobo que também pode ocupar a posição de ala ,Nuck que esta lesionado caso recupere poderá ocupar o lugar de Vinha.Adelino poderá ocupar o lugar de Maniche caso este esteja tocado ou a cumprir castigo.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Alguns momentos do jogo entre Sporting da Praia e Sporting da Brava
Momentos defensivos do Sporting da Brava
Momentos defensivos do Sporting da Brava
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